sexta-feira, 5 de junho de 2015

Recuperei a felicidade



Rolou do meu bojo a felicidade.
Retomei o caminho percorrido,
Mas não mais co´a mesma velocidade,
Apenas mais aguçado o sentido.
Encontrei-a sob um manto de jade.

Calmo, afastei as pedras. Fui ferido.
Sobrevivi à desumanidade,
Reinicie na manhã feliz, contido,
Para não perder a sanidade.

Na esperança, mergulhei os meus dias,
Jaziam verdes as minhas mãos frias
Como o meu destino, sem direção.

A felicidade afinal liberta
Inunda-me o coração que desperta.

E meus olhos com ela sorrirão.


Teoria:
http://comocriarpoemas.blogspot.com.br/2015/01/quindeto.html



Mardilê Friedrich Fabre

Imagem: Google

2 comentários:

Cacá melo disse...

Lindo!!

Jorge Sader Filho disse...

A felicidade liberta sim!
Abraço.